top of page
Buscar

Relacionamentos Abusivos: Por que é tão difícil terminá-los?

  • Foto do escritor: Ayumi Costa
    Ayumi Costa
  • 17 de nov.
  • 12 min de leitura
写真: webbiz
写真: webbiz

Uma das demandas mais comuns que recebo em minha clínica são mulheres que sofrem com relacionamentos abusivos. Atendo homens nesse tipo de relacionamentos também, por isso é curioso perceber que a literatura a respeito tende a focar mais em mulheres (cis) em relacionamentos heteronormativos. Os autores em geral justificaram esse foco dizendo que, embora aproximadamente a mesma quantidade de homens e mulheres tenham relatado sofrer algum tipo de violência no relacionamento, entende-se que mulheres acabam com danos mais significativos, especialmente se levarmos em conta a integridade física. 


Aqui eu recorri a alguns artigos que se debruçaram sobre o que causa a violência conjugal e o que mantém as pessoas presas a esses relacionamentos abusivos, e o que faz alguém voltar a se relacionar com o agressor, a partir da análise do comportamento. Alguns trabalhos introduziram teorias de outras perspectivas também, como a neuropsicológica, e vou incluí-las brevemente quando fizer sentido.


Apesar do foco nas mulheres, minha opinião é a de que, não importa o seu gênero ou orientação sexual, esse texto pode te ajudar a reconhecer alguns dos possíveis processos comportamentais básicos envolvidos em relacionamentos violentos, o que não quer dizer que não seja indispensável haver mais estudos tratando das particularidades de cada população, e que não se pode assumir que tudo o que é dito aqui vale para todes.


Bater em mulher era permitido por lei


O trabalho de Myers (1995) apresenta algumas raízes históricas da institucionalização da violência doméstica. As leis romanas de castigo (cerca de 750 a.C.), por exemplo, sancionavam a disciplina física da esposa pelo marido por certas infrações domésticas, incluindo o assassinato por adultério. Os escritos do século XVIII de William Blackstone criticam a legitimação, pelo direito britânico, do privilégio do marido de "controlar e corrigir sua esposa" e, "por algumas transgressões, chicotear ou bater em sua esposa com uma vara". Mais adiante, decisões em tribunais dos EUA no século XIX chegaram a afirmar "o privilégio (...) de bater nela com um pedaço de pau, de puxar-lhe o cabelo".


Poderia-se argumentar que isso é coisa do passado, porém os dados mostram que no Brasil, por exemplo, mais de 84% dos estupros são feitos por alguém de confiança ou um familiar da vítima (Cuacoski, 2020) e que, de 2020 a 2024, houve um aumento no número de estupros de 25,8% e o feminicídio também aumentou em vários estados do país, de acordo com o Mapa da Segurança Pública de 2025. Atualmente, o número total de feminicídios por ano equivaleria a 4 mulheres sendo mortas por dia (Silva & Saldanha, 2025).


O que é um relacionamento abusivo? Quais são os sinais?


O trabalho de Lamarche (2023) define um relacionamento abusivo como um padrão de comportamentos utilizados por um parceiro para controlar o outro em um relacionamento íntimo (definição do National Domestic Violence Hotline dos Estados Unidos). De acordo com essa definição, os fatores que caracterizam um relacionamento abusivo seriam físicos, emocionais, verbais e psicológicos. Em qualquer relacionamento abusivo, é possível vivenciar apenas um fator ou uma combinação desses fatores. O abuso físico é o ato de ferir ou ameaçar um indivíduo envolvido no relacionamento, ao passo que o abuso emocional também inclui o abuso verbal e psicológico para manipular, degradar, isolar ou intimidar intencionalmente um parceiro, visando obter poder. 


O Violentômetro, criado no México pela doutora Martha Alicia Tronco Rosas, indica uma gradação de comportamentos violentos que ajuda pessoas a identificar e combater sinais de violência contra a mulher. Veja a versão disponível no site do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo:


ree

O que causa e mantém a violência conjugal?


Myers (1995) foi um dos primeiros a propor uma explicação analítico-comportamental para o fenômeno da violência doméstica. Para ele, a agressão conjugal é um comportamento aprendido, e mantido por diversas contingências, como a obediência da mulher na forma de serviços domésticos e/ou favores sexuais, além da possível retirada de demandas ou exigências, uma imediata interrupção de conflitos, etc. Já para as mulheres, o comportamento de obediência vem como uma resposta que tenta parar os episódios de violência e preservar sua sobrevivência. Isso gera um ciclo em que, frente à sinais de independência da mulher, de conflitos ou mesmo apenas com sua presença, o agressor recorre cada vez mais à violência para obter as mesmas consequências de forma imediata, mesmo que isso leve a uma escalada e prejudique a relação.


Além disso, diz Myers, agressores podem até ser positivamente reforçados no âmbito social, já que deixariam de ter sua masculinidade questionada e raramente enfrentam consequências (por exemplo legais) que teriam o potencial de reduzir seu comportamento violento. Ouvir regras de outros homens, como aquelas que dizem que “homem não deve aceitar desaforos de uma mulher” também ajudam a manter, de forma indireta, esse tipo de agressão.


Bonem, Stanley-Kime & Corbin (2008) analisaram os antecedentes mais comuns de um episódio agressivo e suas consequências mais comuns. Os antecedentes mais comuns incluíam ações da parceira como críticas, pedidos ou reclamações, além de estados internos como sentimentos de raiva, frustração, ou uma sensação de perda de controle. Já as consequências mais comuns envolvem a retirada de demandas, exigências, a obediência da parceira, e a retirada de sentimentos de falta de controle e uma maior sensação de calma.


Esses autores apontam ainda que as respostas dos agressores não corroboram a ideia de que eles se encaixariam de forma expressiva em transtornos de personalidade como o narcisista ou o anti social. Isso indicaria que casos de violência são produto de padrões comportamentais aprendidos e reforçados culturalmente e que, portanto, intervenções baseadas em mudanças de personalidade teriam uma efetividade limitada.


O que torna tão difícil para as vítimas sair de um relacionamento abusivo?


Myers (1995) diz que há muitas consequências punitivas para a mulher que tenta escapar de um relacionamento assim: chamar a polícia nem sempre leva à prisão do parceiro e ela pode ser perseguida e violentada como uma forma de retaliação (para se ter uma ideia, a maioria das mulheres assassinadas por seus parceiros é morta justamente quando tenta sair da relação). Além disso, ela poderá ser criticada e julgada por família e amigos, além de enfrentar dificuldades financeiras e frequentemente uma piora significativa em suas condições de vida, o que se torna ainda mais delicado se ela tiver filhos. 


Bell & Naugle (2005) listam fatores similares, tais como falta de recursos financeiros e apoio social, dependência emocional, o risco da retaliação, pressões sociais e a promessa de mudança pelo agressor como pontos que dificultam o afastamento. A decisão de sair tende a ocorrer quando a violência se torna mais frequente e intensa ou quando há um risco grande para crianças envolvidas na relação.


As autoras trazem ainda 3 grandes modelos teóricos que ajudam a compreender a permanência na relação:


O primeiro é o do desamparo aprendido, usado bastante na conceitualização de casos de depressão. Ela diz que uma exposição crônica a eventos aversivos (por exemplo violência) imprevisíveis leva, com o tempo, à parada das tentativas de fugir da situação abusiva. Efeitos podem envolver sensações de falta de controle e impotência.


O segundo é o do aprisionamento psicológico, que diz que o nível de comprometimento em um relacionamento aumenta à medida que a quantidade de investimento nesse relacionamento aumenta. Por exemplo, uma mulher que já gastou muito tempo, energia e dinheiro tentando fazer seu casamento funcionar, embora continue se sentindo insatisfeita com o status de seu relacionamento, pode continuar investindo mais tempo e energia no casamento para justificar seus gastos anteriores. Isso poderia explicar por que as vítimas de violência doméstica fazem várias tentativas de sair de um relacionamento abusivo antes de conseguir sair.


Além do mais, o aprisionamento tende a continuar quando a pessoa só precisa tomar uma decisão passiva para se comprometer, mas precisa tomar uma decisão ativa para sair, e  quanto menos uma pessoa estiver ciente dos riscos associados à manutenção do relacionamento, maior a probabilidade de ela ficar presa.


Finalmente, o modelo do investimento assume que as pessoas envolvidas em relacionamentos abusivos fariam análises de custos e benefícios, comparando a relação atual com relações alternativas (incluindo não estar em nenhuma relação). A partir dessa análise, haveria quatro estratégias básicas: uma autopunitiva, que ocorreria se as vantagens de ficar são ruins, mas as vantagens de sair são ainda menores, situação em que a pessoa passaria a se responsabilizar pelo abuso e crer que não há alternativas viáveis; uma estratégia agressiva, em que a vítima se envolveria em violência retaliatória contra o parceiro e as crianças, e que envolveria um alto grau de benefícios na relação atual vs. poucas vantagens em relações alternativas; uma estratégia ou resposta de desengajamento, que ocorreria se as vantagens de permanecer são poucas e as vantagens de deixar a relação são muitas; e finalmente uma resposta de desengajamento relutante, em que o afastamento ocorreria de forma gradual, e em que as vantagens de ficar e de abandonar o relacionamento seriam comparativamente altas.


Bell & Naugle avaliam que esses três modelos são populares, mas limitados, pois dependem de autorrelatos e nem sempre produzem intervenções aplicáveis. Elas propõem então utilizar os princípios da análise do comportamento para compreender elementos dos modelos apresentados com princípios validados empiricamente, como:


Reforço Positivo: são estímulos que aumentam a probabilidade de uma resposta (no caso o retorno à relação) ocorrer, como por exemplo um período de calma após a agressão, elogios de parentes e amigos por retornar à relação, acesso a recursos que ela havia perdido ao deixar o agressor, como dinheiro e afeto, ou mesmo tentativas por parte do agressor de compensar a violência com presentes e promessas (características da “fase de lua-de-mel” após a violência).


Reforço Negativo: também aumentam a probabilidade de uma resposta ocorrer mediante a retirada de um estímulo aversivo, que é o que acontece, por exemplo, quando a vítima evita violência física ao fugir de casa ou chamar a polícia. No entanto, o reforço negativo também pode nos ajudar a entender o modelo do aprisionamento psicológico apresentado antes, já que a pessoa pode permanecer no relacionamento a fim de evitar os impactos negativos de deixá-lo (lembre-se que a maioria dos assassinatos de mulheres ocorre justamente com a escalada da violência que ocorre quando elas tentam sair).


Punição: diferentemente do reforço, a punição envolve a apresentação ou retirada de um estímulo que resulta na diminuição da frequência de uma resposta. Como dissemos antes, sair da relação pode envolver a perda de uma série de recursos como acesso a amigos, moradia, ou afeto. Críticas de amigos e família, além da já mencionada escalada de violência, também podem servir a função de punição se a pessoa deixar o relacionamento.


Extinção: a extinção descreve um processo em que as respostas vão diminuindo gradualmente até parar de acontecer. É isso que vemos no desamparo aprendido, e em situações em que a resposta de abandonar a relação é extinta se a pessoa continua a ser abusada mesmo ao deixar a relação, ou no seu contrário, quando a pessoa deixa de retornar à relação (deixando-a definitivamente) por não mais obter afeto ou então por enfrentar violência imediatamente após retornar. Esse conceito também ajuda a entender os vários ciclos de término e retorno nesse tipo de relação.


Déficits comportamentais: esse conceito é mais comumente usado na literatura para se referir ao déficits dos agressores, no entanto, as vítimas podem também apresentar déficits em habilidades de resolução de problemas e de coping. De acordo com as autoras, vários estudos indicam que a falta dessas habilidades em mulheres aumentam as chances de que elas experimentem episódios frequentes de abuso e que recorram a comportamentos evitativos e/ou dependentes frente ao abuso.


Variáveis Motivadoras: emoções negativas e a dor física decorrente dos episódios de violência podem aumentar a efetividade de estímulos associados a deixar a relação (como serviços policiais ou assistenciais). Por outro lado, condições aversivas fora da relação (como pobreza e solidão) podem aumentar temporariamente a efetividade de estímulos dentro da relação violenta, como a estabilidade financeira e a intimidade.


Regras: são instruções verbais que podem controlar certos comportamentos. Por exemplo, se uma mulher acredita que é parcialmente responsável pelo abuso, ou então crê que “uma boa esposa permanece com o seu marido” e que seu papel é o de “manter a família junta a qualquer custo” tem maiores chances de permanecer no relacionamento. Uma característica dos comportamentos governados por regras é que eles tendem a ser rígidos e menos sensíveis a mudanças.


Escolhas e Economia Comportamental: teorias de economia comportamental tentam explicar porque certos comportamentos acontecem e porque certos reforçadores são preferidos se comparados a outros levando em conta fatores como taxa, probabilidade, e custo (não necessariamente monetário). Elas ajudam a entender, como no modelo do investimento, porque certas vítimas demoram tanto tempo para deixar relações abusivas. Algumas pesquisas da área constataram que um comportamento é mais resistente à mudança se quando há um rico suprimento de reforçadores, mesmo se há punição na relação. Por outro lado, a elasticidade de um comportamento pode mudar (e ele pode ser mais maleável a mudar) se há reforçadores alternativos (como apoio social significativo) fora da relação.


Desvalorização pelo Atraso: envolve a decisão de escolher uma consequência imediata, porém menos reforçadora, ao invés de uma consequência atrasada no tempo, porém mais reforçadora. Por exemplo, a escolha de ficar na relação pode dar à vítima acesso a vantagens no curto prazo como o afeto, a familiaridade, a segurança e o suporte que obtém na relação atual, porém impede que ela tenha acesso a reforçadores maiores que ela só poderia acessar após um tempo fora, como uma vida sem agressões e independência financeira e ocupacional.


Quais são as intervenções existentes para vítimas e agressores?


Myers (1995) lista 4 tipos de intervenção para casos de violência doméstica: a assistência às vítimas; consequências legais para agressores; programas de reabilitação para agressores; e mudanças sociais em maior escala. As abordagens legais têm eficácia limitada por conta da falta de punição consistente e célere, além de não serem suficientes para prevenir reincidências, motivo pelo qual o autor recomenda intervenções comportamentais e culturais mais amplas.


Já Bonem, Stanley-Kime & Corbin (2008) recomendam abordagens que utilizem análises individualizadas e tratamentos que promovam o ensino e treinamento de respostas alternativas não violentas, ao invés de programas que tentam mudar a personalidade de agressores.


Paralelos entre dependência emocional e dependência química


De acordo com Fisher, Aron & Brown (2022, apud Lamarche, 2023), o amor seria uma espécie de vício natural que apresenta sintomas de abuso de substâncias, incluindo euforia, fissura, tolerância, dependência emocional e física, sintomas de abstinência e recaída. Embora eu não ache que essa é uma definição bastante para dar conta de tudo aquilo que chamamos amor, o paralelo entre a dependência amorosa muitas vezes observada em relacionamentos românticos conflituosos e a dependência química não é incomum e foi justamente o tema do trabalho de Lamarche (2023).


Nele, a autora propõe que essa seria uma comparação interessante de se fazer devido a semelhanças nas duas condições, e analisa a temática a partir da perspectiva neuropsicológica e analítico-comportamental. Drogadictos e pessoas em relacionamentos abusivos voltam a procurar a droga ou a pessoa com quem se relacionam apesar de danos consideráveis. A neuropsicologia da dependência química envolve áreas do cérebro como os gânglios basais, que têm relação com aspectos reforçadores das substâncias; a amígdala, que é ligada a respostas que emitimos frente à estímulos ameaçadores; e o córtex pré-frontal, que está ligado a nossa capacidade de controlar nosso próprio comportamento e tomar decisões. 


Drogas alteram a forma como os gânglios basais processam a dopamina, que vai se alterando com o uso continuado, produzindo tolerância a substância e também uma menor responsividade a outros reforçadores como comida, sexo ou interações sociais. A autora compara esse processo a intensa ativação dopaminérgica presente no início de relações conturbadas, em que a paixão pode levar a uma sensação parecida de euforia e um aumento da frequência de comportamentos de risco. A ocitocina, outro neurotransmissor, pode participar tanto no fortalecimento do vínculo do casal quanto (e esse é um efeito menos conhecido do chamado “hormônio do amor”) no aumento da agressividade para com parceiros quando indivíduos agressivos tentam manter a relação impedindo que o outro saia.


O conceito de desamparo aprendido é de novo trazido por Lamarche para traçar paralelos entre a dependência química e a emocional: dependentes químicos também podem experienciar o desamparo se passarem por várias tentativas de interromper o uso sem sucesso. Curiosamente, há quem recomende que pessoas que se identificam como “codependentes” ou dependentes emocionais tratem da sua condição através de programas de 12 passos, parecidos com aqueles usados em casos de drogadição.


Além de simplificações e soluções culpabilizadas


Relacionamentos abusivos são fenômenos complexos e multideterminados: há influências operantes da história de vida das pessoas, e determinantes mais amplos, culturais, além de processos fisiológicos respondentes envolvidos. Reduzir essa dinâmica apenas a uma questão de “falta de auto-estima”, “excesso de amor” ou “mau caratismo” não dá conta de explicar, nem de orientar intervenções efetivas que protejam a pessoa agredida e alterem o comportamento da pessoa que agride. 


É importante reconhecer também que não há soluções únicas e padronizadas que servirão para todos. É preciso uma abordagem individualizada, que se debruce sobre o que de fato mantém a relação violenta caso a caso. Finalmente, se você se reconhece nesse post, seja como agressor ou vítima, ou pessoa que conhece alguém que pode estar passando por uma situação parecida, pode ser interessante buscar ajuda com pessoas de sua confiança, profissionais, ou ligar para a Central de Atendimento à Mulher (180) para receber orientações e/ou registrar denúncias, se você estiver no Brasil.


Nota: Eu escrevo todos os meus textos sozinha primeiro e leio todos os artigos (sim, dá um trabalho gigantesco), só usando a IA para deixá-los menos secos, menos teóricos e mais amigáveis para o blog. Esse é um texto em que decidi não fazer isso, então agradeço se puderem comentar dizendo qual estilo acharam melhor e mais fácil de ler, posso até publicar uma versão simplificada depois se quiserem.


Referências


Bell, K. M., & Naugle, A. E. (2006). Understanding Stay/Leave Decisions in Violent Relationships: A Behavior Analytic Approach. Behavior and Social Issues, 14(1), 21. https://doi.org/10.5210/bsi.v14i1.119

Bonem, M.; Stanley-Kime, K. L.; Corbin, M. A. (2008). behavioral approach to understanding domestic violence: A functional assessment based on batterer-identified contingencies. The Journal of Behavior Analysis of Offender and Victim Treatment and Prevention, v. 1, n. 2, p. 209–221.

Cuacoski, S. (2020). Cultura do estupro: 85% das vítimas no Brasil são mulheres e 70% dos casos envolvem crianças ou vulneráveis. (2020, December 17). Humanista. https://www.ufrgs.br/humanista/2020/12/17/cultura-do-estupro-85-das-vitimas-no-brasil-sao-mulheres-e-70-dos-casos-envolvem-criancas-ou-vulneraveis/

Lamarche, F. (2023). The Relationship Between Abusive Relationships and Substance Abuse (Honor’s Thesis). Salem State University.

Ligue 180 - Central de Atendimento à Mulher. (2025). Ministério Das Mulheres. https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ligue180

Myers, D. L. (1995). Eliminating the battering of women by men: Some considerations for behavior analysis. Journal of Applied Behavior Analysis, 28(4), 493–507. https://doi.org/10.1901/jaba.1995.28-493

Silva, V., & Saldanha, R. (2025, June 11). Brasil tem maior número de estupros dos últimos cinco anos. CNN Brasil. https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/brasil-tem-maior-numero-de-estupros-dos-ultimos-cinco-anos/

TCESP lança “Violentômetro” no combate à violência contra a mulher | Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. (2025, September 7). Tribunal de Contas Do Estado de São Paulo. https://www.tce.sp.gov.br/6524-tcesp-lanca-violentometro-combate-violencia-contra-mulher

Violentômetro | Secretaria de Estado da Mulher. (2025). Df.gov.br. https://www.observatoriodamulher.df.gov.br/violentometro/


 
 
 

Comentários


bottom of page